Eu era um filhotinho peludo e esperto e quando vi aquela menina eu fiquei pulando para ela me ver.
Ela me levou para a casa dela e crescemos juntos. Foram 2 anos de brincadeiras, jogo de bola, de pegar o patinho de borracha, de esperar ela chegar da escola com ansiedade.
Um dia ela chegou em casa um um estranho, um garoto de cabelo grande e trajando roupas pretas. Ouvi ela dizer que ele era um namorado... não sei o que era isso, mas logo vi que não era coisa boa. Era de tarde e esse namorado dela ficou na sala conversando com ela. Ela pouco me deu atenção naquele dia, estava estranha. Quando a mãe saiu o namorado e ela começaram com umas brincadeiras estranhas, a se beijar e ele tocava ela em todos os lugares...aquilo foi me dando uma coisa... quando eu vi ele toca-la nos seios uns instinto me tomou todo, como se ele estivesse invadindo minha casinha, minha comida, meu território. Comecei a latir... sim eu estava com ciumes!!!! Ela era minha, só minha!!! Minha dona!!!! E eu era o cão dela.
Ataquei o namorado dela mordendo-o todo...ele disse que não voltaria mais... ao sair ele me chutou e ela brigou com ele por causa disso.
Passado uns 3 dias ela veio da escola... senti um cheiro diferente nela. Um cheiro que me excitava... seguia-a abanando o rabo como sempre fazia, mas eu queria de qualquer jeito subir na perna dela...era mais forte que eu.
Ela entrou no banheiro, sentou-se para fazer xixi, mas nem tirou a saia da escola. Eu fui mais rápido e entrei junto com ela. Ela ficou brincando com minha cabeça enquanto fazia o xixi... aquele cheiro do xix estava cheio de hormônios e ela estava doida para transar. Cães e humanos se parecem, mas os humanos perderam os instintos. Ela era adolescente como eu e estávamos com os hormônios à flor da pele.
Quanto mais ela acariciava minha cabeça mais perto eu ficava de sua buceta. Era dali que saia o cheiro que me endoidecia.
Senti meu pau canino mexer.
De tão perto que eu estava não resisti e logo lambi a buceta dela aproveitando uma abertura na saia.
Ela logo relaxou a perna empurrando instintivamente minha cabeça para dentro daquelas pernas.
Ela queria também...
Mas estava excitada e com medo. Será que ela podia fazer isso?
O medo a excitava também... ela sempre gostou de mim e tinha um fetiche em sentir meu pelo na buceta dela.
ela olhou para a porta trancada, abriu o chuveiro e sentou-se novamente no vaso abrindo a perna e me colocando bem pertinho.
Comecei a lamber freneticamente aquela buceta. Ela gemia baixinho e mexia com os quadris para frente e para trás. Eu fiquei louco, não sabia se lambia ou esfregava o focinho naquela buceta maravilhosa.
em alguns minutos a buceta dela pulsava freneticamente. Vi seus peitos fartos entumecerem.
Logo em seguida ela apertou as pernas em um gozo nunca antes sentido. Eu era o maior fetiche dela e o que dava maior prazer.
Depois daquele dia experimentamos infinitas formas de relações interraciais durante anos e anos e até hoje inovamos.
E foi assim que eu me tornei o amante da minha dona e sua fonte mais intensa e duradoura de prazer..
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